O Agosto Negro surgiu nos Estados Unidos, nos campos de concentração da Califórnia (prisões) para homenagear os Freedom Fighters (guerreiros da liberdade) caídos, Jonathan Jackson, George Jackson, William Natal, James McClain e Khatari Gaulden. Jonathan Jackson foi morto a tiros no presídio de Marin County, na Califórnia, em 07 de agosto de 1970, durante uma rebelião, onde ele tentava libertar três Combatentes da Libertação: James McClain, William Natal e Ruchell Magee.

Por isso, nós preparamos uma programação especial só com intelectuais negros e a luta pelos direitos civis, protagonizada pelos Movimento Negro brasileiro, norte americano, angolano e sul africano!

Pacote especial com 13 cursos on line com certificação válida, por 150 reais! <3<3<3<3

Vem que tá lindo!

CONHEÇA AS PLATAFORMAS DE E-LEARNING DO COLETIVO DI JEJE

Plataforma conteúdos e cursos voltados para a formação de estudantes, professores e interessados sobre o conhecimento e a cultura indígenas. A Intié, palavra do tronco linguístico tupi guarani, significa feminino/mulher, é uma ação de fomento a práticas educativas pós coloniais e busca incidir na lei federal 11.645 garantindo a efetivação do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. A INTIÉ oferece seis cursos com certificação de 90 horas e conteúdos audiovisuais.

NKANDA é uma plataforma de e-learning (ensino virtual), que contempla 86 cursos om certificação válida, com discussões sobre feminismo negro e pensamento racial. Com uma metodologia adaptativa à rotina das e dos participantes, os cursos on line permitem que os alunos e alunas possam adequar as atividades virtuais a s suas rotinas e desejos, estabelecendo a partir de suas necessidades um plano de ensino dentro da NKANDA (NKANDA é uma palavra Bantu que significa mapa).

É uma plataforma desenvolvida para atender as expectativas de empresas e instituições frente ao desafio de criar uma cultura institucional que contemple as diversidades e valorize as potencialidades de seus colaboradores, criando pontes para a superação do racismo e práticas sexistas presentes na cultura brasileira. Voltado para empresas e instituições, é um programa de educação corporativa com rodas de mediação sobre racismo e gênero.

KUKALA é uma palavra Bantu que se refere a infância e a formação das crianças através do ensinamento dos mais velhos, mas tendo a leveza e a felicidade infantil como mediadora do aprender e do ensinar. Na cultura ocidental, seria algo como os pilares da Educação da UNESCO: aprender a aprender, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser. É uma plataforma de cursos on line com 8 cursos com certificação de 90 horas cada, válidos para progressão funcional de professores da educação básica, elaborados pelo grupo de pesquisadoras do Coletivo Di Jeje. Os cursos são elaborados a partir da curadoria de conteúdo dentro dos 8 temas que são abordados.

 

Ionene é a plataforma on line de estudos psicanáliticos sobre raça e gênero criado pelo Coletivo Di Jeje sob supervisão da Professora Jaque Conceição. Oferece 6 cursos de formação sobre temas ligados aos estudos psicanalíticos, com certificação válida e destinados a profissionais, pesquisadores e interessades em estudos piscanalíticos. 

CASA PRETA, espaço presencial sediado em Florianópolis/SC com a oferta de cursos e formações através de rodas de feminismo negro, sobre feminismo negro, psicánalise, formação de professores/as e pensamento racial. Durante a pandemia do COVID-19, as atividades têm sido oferecidas através de encontros on li-ne dentro de uma programação mensal desenvolvida pela equipe de docentes e pesquisadores do Coletivo Di Jeje. 

Sobre Nós


Fundado no dia 10 de Fevereiro de 2014 pela Professora Jaque Conceição, hoje o Coletivo Di Jeje é um Instituto de Pesquisa e Formação sobre Questão Étnico Racial e de Gênero. Possuiu 6 plataformas de ensino e aprendizagem na modalidade virtual, sobre feminismo negro, pensamento racial, psicnálise, formação de professores/as e diversidade étnico racial para empresas e organizações. Com uma equipe de docentes e pesquisadores/as mestre e doutores com ampla experiência e sólida formação na questão étnico racial e de gênero no Brasil e no mundo. 

Jaqueline Conceição da Silva: Função - Diretora Executiva/ Doutoranda em antropologia social pela UFSC, é mestre em Educação: História, Política, Sociedade pela PUC-SP, psicanalista e fundadora do Instituto Ionene de Estudos sobre psicanálise, raça e gênero. Fundadora e Diretora Executiva do Coletivo Di Jejê, pesquisa sobre o feminismo negro no Brasil, a partir do pensamento de Angela Davis e Lélia Gonzalez. Tem experiência na área de educação, com ênfase em educação em periferias urbanas; e experiência com políticas públicas, gestão de projetos sociais, debates e pesquisas sobre racismo e formação na perspectiva da teoria crítica da sociedade e também na formação continuada de professores e educadores sociais.

Maisa Castro dos Anjos: Função - Diretora das Plataformas de E-Learning/ Coordenadora do programa de formação a distância do Di Jeje e das plataformas NKANDA, KUKALA e INTIÉ. Cientista Social com ênfase em Sociologia pela Universidade Federal de Viçosa. Pesquisa e tem trabalhos publicados na área da sociologia das relações raciais e questões de gênero. Possui experiência com formação de professores e alunos na temática da sociologia e antropologia.

Thiago Santana : Função - Diretor Casa Preta/ Pesquisador do Programa de Pós Graduação em Antropologia Social/UFSC e Advogado da Vara de Família, coordenador da Casa Preta e pesquisador sobre masculinidades negras e família quilombola.

Julianna Rosa de Souza: Função - Professora/ Professora de Teatro, doutora em teatro, sua tese foi sobre os aspectos do racismo no teatro, analisando textos teatrais de autoria negra. Como pesquisadora, estuda dramaturgia, teatro negro contemporâneo e performances negras. Também é professora do Coletivo Di Jeje, ministrando cursos na Casa Preta em Floripa/SC.

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Nossa Missão

Produzir conhecimento que emancipa, compartilhar conhecimento que liberta!

Nossa Visão

Propiciar um espaço de escuta, acolhida e fortalecimento das mulheres, sobretudo das mulheres negras privilégiando suas narrativas e experiências.

Nossos Valores

Afeto, escuta, comprometimento e acolhida de saberes, perspectivas e vivências das mulheres, sobretudo as mulheres negras.

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